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“Você já parou para pensar que o Brasil e o mundo são feitos de ondas, de momentos?”

Quem não se lembra do surfista Gabriel Medina, que juntamente com outros surfistas brasileiros e aquela imensa torcida invadindo várias praias no mundo inteiro? Este momento da história originou o nome Brazilian Storm ou Tempestade Brasileira, mas esta onda passou ou não está com a mesma intensidade nas mídias.

Outros momentos vieram e alguns deles ganharam mais ênfase na mídia, como é o caso da criança refugiada síria que foi encontrada morta na areia da praia ou da repórter e do cinegrafista americanos mortos durante uma reportagem. Também não podemos deixar de citar a atual situação econômica brasileira que vive há décadas em momentos de altos e baixos.

O fato é que o Brasil e o mundo são feitos de “ondas” e como toda onda, ela se forma em uma certa velocidade (umas mais rápidas e outras mais lentas), depois começa a criar forma, criar tamanho (algumas podem atingir mais de 10 metros de altura), “quebrar” e às vezes bruptamente para depois se desmanchar lentamente até desaparecer totalmente.

E a pergunta que fico me fazendo é o que as ondas têm para nos ensinar?

Escolha a prancha certa
Que nível você está? Que tipo de manobra deseja executar? Ou que velocidade deseja alcançar? Para cada um destes quesitos existe um determinado tipo pracha para escolher.
As ondas são comparadas com a nossa jornada profissional. Precisamos escolher a prancha certa, ou seja, ter as ferramentas adequadas para poder surfá-las.
Você tem as ferramentas certas?

As ondas são temporais
As ondas nascem e morrem em uma velocidade muito maior que pensamos e não estou falando das ondas do mar, estou falando das ondas da vida. Por isso, por mais difícil que esteja, não desista porque este momento vai passar.

Nade contra a maré
Normalmente somos levados a andar com a multidão, onde todos estão e isso acontece por facilidade, praticidade ou até mesmo por comodidade. Durante as ondas bravas, há um instinto natural que precisa sobressair chamado de sobrevivência, mas não a sobrevivência animal que é irracional, mas a humana que é racional.
Onde e como sobreviverei? Pare e analise os lugares menos povoados que podem se tornar grandes oportunidades de negócios.

Recursos para enfrentar as ondas
Gosto de analisar as formigas que durante o verão acumulam seus alimentos para sobreviverem durante o inverno.
Se você não está enfrentando o período de ondas bravas, este é o momento de fazer reservas, de pensar no futuro, num possível “inverno”.
Se você está no período de ondas bravas, saiba que estas ondas um dia passarão e quando chegar ao fim, não esqueça de fazer reservas para momentos emergenciais, como este.

Esteja sempre preparado, pois as ondas (boas e ruins) passarão!

Até a próxima!

 

 

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